terça-feira, 31 de agosto de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Na política, o que não presta são alguns politiqueiros
A política é um instrumento de transformação da sociedade, é o meio através do qual temos a oportunidade de interferir diretamente na vida das pessoas, portanto, ser político é uma opção que fazemos e que, muitas vezes, está relacionada ao próprio meio que nos cerca.
Servir as pessoas, utilizar-se das relações políticas em defesa dos interesses dos menos favorecidos, é uma causa a ser abraçada por todos aqueles que carregam consigo o desejo e a coragem de lutar por uma sociedade mais justa.
Dos ensinamentos recebidos de meus pais, aprendi que o homem deve ser digno e não ter vergonha de falar a verdade, e é por esse motivo que sou intolerante a mentirosos.
Carrego ainda a convicção de que, mesmo que não devamos nos considerar os donos da verdade, e nem estejamos obrigados a empenhar nossa palavra em nenhum momento, todos nós, que temos nos princípios morais e éticos a base formadora de nosso elevado caráter, nos sentimos obrigados a honrar a palavra empenhada, sejam quais forem as conseqüências.
Por outro lado, aqueles que por falta de conteúdo moral e tomados por frustrações das mais diversas, além de consumidos pela ganância e corroídos pela inveja, tentam de todas as formas atingir a todo e qualquer cidadão que se opunha às suas vis intenções.
E é justamente por esse motivo que alguns políticos de nosso município, temerosos que estão com o resultado das urnas, tentam incutir na cabeça do cidadão de nossa terra a imagem de que os bons candidatos são aqueles apresentados por eles e que os demais devem ser considerados incapazes de contribuir para o desenvolvimento de nossa cidade.
Vale lembrar que, aqueles que possuem um comportamento dessa natureza, a exemplo daquela que foi escolhida a mandatária maior do nosso município mas que ainda não assumiu de fato essa função, possuem ainda um currículo de traições cuja lista é bastante extensa, pois atuam pensando unicamente em satisfazer seus escusos interesses.
De outro modo, muito, mas muito mesmo, ao contrário do que agem estes politiqueiros que, sorrateiramente, quando bem entendem, traem àqueles que antes lhe foram úteis e passam a considerar como os melhores aqueles que lhes colocavam no nível mais baixo que se possa atingir um ser humano, venho afirmar que considero todos os nomes apresentados, qualquer que seja a corrente política de nossa cidade a que estejam vinculados, correspondem a cidadãos honrados e capacitados a exercer a função para qual estão se submetendo à apreciação popular. A diferença está na qualificação moral de quem os apresenta aqui em nosso município.
Com muita naturalidade encaro a possibilidade de ser questionado acerca do por que de termos então confiado nosso apoio a um indivíduo de tão nefastos costumes, ao tempo em que responderei que a toda e qualquer pessoa de bem deve ser dada a oportunidade de se redimir dos erros cometidos no passado.
Porém, com humildade e responsabilidade assumirei também o equívoco de ter enquadrado no rol das pessoas de bem de minha terra uma pessoa de comportamento tão repugnante quanto o desta senhora pois, infelizmente, toda sociedade é constituída também por gente desse tipo.

domingo, 29 de agosto de 2010
Governador Mangabeira - 50 anos de história
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Feliz Aniversário!

A maior,
a mais humana,
que, pelo fato de ser mãe,
de ser a nossa mãe,
merece todas as
homenagens que nós,
poderíamos lhe prestar,
e hoje Dona Luiza,
nós que sempre
recebemos amor e carinho
sem ter muito para dar em troca,
queremos te desejar
o mais feliz dos aniversários.
Parabéns!
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Tudo é virtual...
Frei Betto é escritor, autor, em parceria com Luis Fernando Veríssimo e outros, de "O desafio ético" (Garamond), entre outros livros.
Contribuição de Neomar Dias
Em busca de outras "Terras"
O astrônomo Roger Bladford explica por que recomendou aos EUA que gastem muito dinheiro na busca de planetas similares à Terra e invistam ainda mais para tentar dobrar as leis da Física e levar o homem até eles

Se tudo der certo, a Nasa vai passar os próximos 10 anos ligada no centro da Via Láctea. Por causa da grande concentração de estrelas, a comunidade científica americana acredita que lá é o lugar mais provável para encontrarmos planetas parecidos com a Terra e, quem sabe, seres extraterrestres. Mas para isso, o relatório feito pelo comitê de cientistas da academia de ciências dos EUA precisa receber o aval do congresso americano e da Nasa.
A cada 10 anos, a academia de ciências dos Estados Unidos faz uma triagem de todos os projetos envolvidos com astronomia e astrofísica do mundo e faz um relatório para governo americano recomendando em quais pesquisas deve investir na próxima década. O relatório de 2010-2020 foi entregue na segunda-feira (16) pela Academia Americana de Ciências.
Para ler mais acesse: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/em-busca-de-outras-terras
domingo, 22 de agosto de 2010
O insustentável preconceito do ser!
Por Rosana Jatobá
Era o admirável mundo novo! Recém-chegada de Salvador, vinha a convite de uma emissora de TV, para a qual já trabalhava como repórter. Solícitos, os colegas da redação paulistana se empenhavam em promover e indicar os melhores programas de lazer e cultura, onde eu abastecia a alma de prazer e o intelecto de novos conhecimentos.
Era o admirável mundo civilizado! Mentes abertas com alto nível de educação formal. No entanto, logo percebi o ruído no discurso:
De fato, percebo que não existe a intenção de magoar. São palavras ou expressões que , de tão arraigadas, passam despercebidas, mas carregam o flagelo do preconceito. Preconceito velado, o que é pior, porque não mostra a cara, não se assume como tal. Difícil combater um inimigo disfarçado.
Descobri que no Rio de Janeiro, a pecha recai sobre os "Paraíba", que, aliás, podem ser qualquer nordestino. Com ou sem a "Cabeça chata", outra denominação usada no Sudeste para quem nasce no Nordeste.
Na Bahia, a herança escravocrata até hoje reproduz gestos e palavras que segregam. Já testemunhei pessoas esfregando o dedo indicador no braço, para se referir a um negro, como se a cor do sujeito explicasse uma atitude censurável.
Numa das conversas que tive com a jornalista Miriam Leitão, ela comentava:
-O Brasil gosta de se imaginar como uma democracia racial, mas isso é uma ilusão. Nós temos uma marcha de carnaval, feita há 40 anos, cantada até hoje. E ela é terrível. Os brancos nunca pensam no que estão cantando. A letra diz o seguinte:
"É ofensivo", diz Miriam. Como a cor de alguém poderia contaminar, como se fosse doença? E as pessoas nunca percebem.
A expressão "pé na cozinha", para designar a ascendência africana, é a mais comum de todas, e também dita sem o menor constragimento. É o retorno à mentalidade escravocrata, reproduzindo as mazelas da senzala.
O cronista Rubem Alves publicou esta semana na Folha de São Paulo um artigo no qual ressalta:
Será que na era Obama vão inventar "Pé na Presidência", para se referir aos negros e mulatos americanos de hoje?
A origem social é outro fator que gera comentários tidos como "inofensivos", mas cruéis. A Nação que deveria se orgulhar de sua mobilidade social, é a mesma que o picha o próprio Presidente de torneiro mecânico, semi-analfabeto. Com relação aos empregados domésticos, já cheguei a ouvir:
- A minha "criadagem" não entra pelo elevador social !
E a complacência com relação aos chamamentos, insultos, por vezes humilhantes, dirigidos aos homossexuais ? Os termos bicha, bichona, frutinha, biba, "viado", maricona, boiola e uma infinidade de apelidos, despertam risadas. Quem se importa com o potencial ofensivo?
Mulher é rainha no dia oito de março. Quando se atreve a encarar o trânsito, e desagrada o código masculino, ouve frequentemente:
A mesma superficialidade em abordar as características de um povo se aplica aos árabes. Aqui, todos eles viram turcos. Quem acumula quilos extras é motivo de chacota do tipo: rolha de poço, polpeta, almôndega, baleia ...
Gosto muito do provérbio bíblico, legado do Cristianismo: "O mal não é o que entra, mas o que sai da boca do homem".
Invoco também a doutrina da Física Quântica, que confere às palavras o poder de ratificar ou transformar a realidade. São partículas de energia tecendo as teias do comportamento humano.
A liberdade de escolha e a tolerância das diferenças resumem o Princípio da Igualdade, sem o qual nenhuma sociedade pode ser Sustentável.
O preconceito nas entrelinhas é perigoso, porque , em doses homeopáticas, reforça os estigmas e aprofunda os abismos entre os cidadãos. Revela a ignorancia e alimenta o monstro da maldade.
Até que um dia um trabalhador perde o emprego, se torna um alcóolatra, passa a viver nas ruas e amanhece carbonizado:
-Só podia ser mendigo!
No outro dia, o motim toma conta da prisão, a polícia invade, mata 111 detentos, e nem a canção do Caetano Veloso é capaz de comover:
-Só podia ser bandido!
Somos nós os responsáveis pela construção do ideal de civilidade aqui em São Paulo, no Rio, na Bahia, em qualquer lugar do mundo. É a consciência do valor de cada pessoa que eleva a raça humana e aflora o que temos de melhor para dizer uns aos outros.
PS: Fui ao Ibirapuera num domingo e encontrei vários conterrâneos...
Rosana Jatobá é jornalista, graduada em Direito e Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia, e mestranda em gestão e tecnologias ambientais da Universidade de São Paulo. Também apresenta a Previsão do Tempo no Jornal Nacional, da Rede Globo.
Governador Mangabeira - 50 anos de história
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
ACM Neto fala do avô
O deputado federal ACM Neto (DEM), no programa eleitoral de ontem (19) destacou a figura do seu avô, o ex-senador ACM:
“ACM era capaz de colocar tudo em segundo plano quando a Bahia estava em jogo”
Naturalmente que a ausência de ACM neste pleito eleitoral é sentida por todos aqueles que enxergavam no grande líder a capacidade de reunir forças pelo bem do nosso estado.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Acesse o Portal da Transparência

domingo, 15 de agosto de 2010
Governador Mangabeira - 50 anos de história


sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Preguiça é doença, afirmam especialistas

Render-se à preguiça pode ser algo muito mais grave do que se pensa. Isso porque especialistas começaram a tratar os preguiçosos como doentes que precisam de tratamento. Especialistas advertem para o círculo vicioso que se segue ao comportamento sedentário: a falta de atividades físicas favorece a obesidade, que é responsável por desencadear uma série de doenças graves, como hipertensão e diabetes.
"Nós propomos que a inatividade física talvez deva ser considerada também uma doença", salientam os médicos Richard Weiler e Emmanuel Stamatakis, da Universidade de Londres, responsáveis pelo estudo publicado no British Journal of Sports Medicine.
Fonte: veja.abril.com.br
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Qual é o correto: 'por meio de' ou 'através'?
A questão é mais complexa do que parece. Quando alguém diz, por exemplo, que conheceu fulano “através de um amigo”, está cometendo um erro? Se formos literais – ou apegados demais à norma clássica, o que neste caso dá no mesmo – sim. Fazer qualquer coisa “através dos outros” parece sugerir no mínimo uma radiografia, quando não uma carnificina. Porém…
Reconheço ser uma boa dica de estilo para escribas amadores ou profissionais explicar que o uso de “através de” com o sentido de “por meio de” é menos clássico, menos elegante, mas daí a chamá-lo de erro vai uma boa distância. A distância que existe entre o furor normativo e uma compreensão maior sobre como a língua funciona.
Acontece que, por mais que consultores gramaticais e manuais de redação insistam nesse ponto, todo mundo – inclusive falantes cultos – continua “errando”. Por quê? A questão parece difícil de equacionar, mas só até o momento em que abandonamos a ideia de erro. Ora, existe na linguagem uma força poderosa chamada sentido figurado. Condenar tal ampliação semântica de “através” é tão sensato quanto banir uma expressão como “banho de loja” com base no argumento de que não se sai molhado do shopping.
É significativo que até os dicionários, conservadores por definição, já registrem a acepção condenada pelos vigilantes da língua sem lhe fazer reparo algum. Condenável mesmo – e, aí sim, um erro indiscutível, por atentar contra a norma culta e contra o uso corrente – é fazer o oposto, como numa notícia da “Folha de S.Paulo” de alguns anos atrás em que o pobre repórter, certamente desnorteado pela patrulha contra o “através”, escreveu que “o assaltante entrou na residência do casal por meio de uma janela na área de serviço”.
Por meio de uma janela! Dá vontade de dizer aos patrulheiros: bem feito.





