terça-feira, 31 de agosto de 2010

Está no Bahia Notícias: PMDB EXPULSARÁ PREFEITA QUE APOIA WAGNER

O PMDB declarou publicamente que abriu processo de expulsão do partido da prefeita do município de Governador Mangabeira, Domingas Paixão. A gestora declarou oficialmente apoio à chapa do governador Jaques Wagner à reeleição na última semana ao participar da inauguração dos Comitês Feminino e Supra-partidário de Prefeitos e Vice Prefeitos da campanha de Dilma Rousseff à Presidência da República. O PMDB enviou pedido à Comissão de Ética e Disciplina, que suspendeu Domingas com base no estatuto do partido, que prevê banimento do filiado que apoiar outras chapas que não as da própria legenda. Com isto, os peemedebistas acreditam que a prefeita deverá inclusive perder seu mandato na Justiça Eleitoral.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Na política, o que não presta são alguns politiqueiros

A política é um instrumento de transformação da sociedade, é o meio através do qual temos a oportunidade de interferir diretamente na vida das pessoas, portanto, ser político é uma opção que fazemos e que, muitas vezes, está relacionada ao próprio meio que nos cerca.

Servir as pessoas, utilizar-se das relações políticas em defesa dos interesses dos menos favorecidos, é uma causa a ser abraçada por todos aqueles que carregam consigo o desejo e a coragem de lutar por uma sociedade mais justa.

Dos ensinamentos recebidos de meus pais, aprendi que o homem deve ser digno e não ter vergonha de falar a verdade, e é por esse motivo que sou intolerante a mentirosos.

Carrego ainda a convicção de que, mesmo que não devamos nos considerar os donos da verdade, e nem estejamos obrigados a empenhar nossa palavra em nenhum momento, todos nós, que temos nos princípios morais e éticos a base formadora de nosso elevado caráter, nos sentimos obrigados a honrar a palavra empenhada, sejam quais forem as conseqüências.

Por outro lado, aqueles que por falta de conteúdo moral e tomados por frustrações das mais diversas, além de consumidos pela ganância e corroídos pela inveja, tentam de todas as formas atingir a todo e qualquer cidadão que se opunha às suas vis intenções.

E é justamente por esse motivo que alguns políticos de nosso município, temerosos que estão com o resultado das urnas, tentam incutir na cabeça do cidadão de nossa terra a imagem de que os bons candidatos são aqueles apresentados por eles e que os demais devem ser considerados incapazes de contribuir para o desenvolvimento de nossa cidade.

Vale lembrar que, aqueles que possuem um comportamento dessa natureza, a exemplo daquela que foi escolhida a mandatária maior do nosso município mas que ainda não assumiu de fato essa função, possuem ainda um currículo de traições cuja lista é bastante extensa, pois atuam pensando unicamente em satisfazer seus escusos interesses.

De outro modo, muito, mas muito mesmo, ao contrário do que agem estes politiqueiros que, sorrateiramente, quando bem entendem, traem àqueles que antes lhe foram úteis e passam a considerar como os melhores aqueles que lhes colocavam no nível mais baixo que se possa atingir um ser humano, venho afirmar que considero todos os nomes apresentados, qualquer que seja a corrente política de nossa cidade a que estejam vinculados, correspondem a cidadãos honrados e capacitados a exercer a função para qual estão se submetendo à apreciação popular. A diferença está na qualificação moral de quem os apresenta aqui em nosso município.

Com muita naturalidade encaro a possibilidade de ser questionado acerca do por que de termos então confiado nosso apoio a um indivíduo de tão nefastos costumes, ao tempo em que responderei que a toda e qualquer pessoa de bem deve ser dada a oportunidade de se redimir dos erros cometidos no passado.

Porém, com humildade e responsabilidade assumirei também o equívoco de ter enquadrado no rol das pessoas de bem de minha terra uma pessoa de comportamento tão repugnante quanto o desta senhora pois, infelizmente, toda sociedade é constituída também por gente desse tipo.

No tocante às eleições desse ano, quero reforçar o pedido e agradecer a confiança e o seu voto aos candidatos que apoiamos:




domingo, 29 de agosto de 2010

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Feliz Aniversário!




Hoje,

quero render

homenagens

a uma pessoa

muito especial



A maior,

a mais humana,

mais carinhosa

e perfeita

de todas as mulheres

que, pelo fato de ser mãe,

de ser a nossa mãe,

merece todas as

homenagens que nós,

seus filhos, com muito orgulho,

poderíamos lhe prestar,

e hoje Dona Luiza,

nós que sempre

recebemos amor e carinho

sem ter muito para dar em troca,

queremos te desejar

o mais feliz dos aniversários.

Parabéns!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Tudo é virtual...

Outrora, falava-se em realidade: análise da realidade, inserir-se na realidade, conhecer a realidade.
Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual...

Ao viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos em paz em seus mantos cor de açafrão. Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir: "Qual dos dois modelos produz felicidade?"
Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: "Não foi à aula?" Ela respondeu: "Não, tenho aula à tarde". Comemorei: "Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde". "Não", retrucou ela, "tenho tanta coisa de manhã..." "Que tanta coisa?", perguntei. "Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina", e começou a elencar seu programa de garota robotizada. Fiquei pensando: "Que pena, a Daniela não disse "tenho aula de meditação"!
Estamos construindo super-homens e super-mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados. Por isso, as empresas consideram agora que, mais importante que o QI, é a IE, a Inteligência Emocional. Não adianta ser um super-executivo se não consegue se relacionar com as pessoas. Ora, como seria importante os currículos escolares incluírem aulas de meditação!
Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: "Como estava o defunto"? "Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite"! Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?
Outrora, falava-se em realidade: análise da realidade, inserir-se na realidade, conhecer a realidade. Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Pode-se fazer sexo virtual pela internet: não se pega Aids, não há envolvimento emocional, controla-se no mouse. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizinho de prédio ou de quadra!
Tudo é virtual, entramos na virtualidade de todos os valores, não há compromisso com o real! É muito grave esse processo de abstração da linguagem, de sentimentos: somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. Enquanto isso, a realidade vai por outro lado, pois somos também eticamente virtuais.
A cultura começa onde a natureza termina. Cultura é o refinamento do espírito. Televisão, no Brasil - com raras e honrosas exceções - é um problema: a cada semana que passa temos a sensação de que ficamos um pouco menos cultos. A palavra hoje é ‘entretenimento’; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: "Se tomar este refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!" O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede, desenvolve de tal maneira o desejo que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose.
Os psicanalistas tentam descobrir o que fazer com o desejo dos seus pacientes. Colocá-los aonde? Eu, que não sou da área, posso me dar o direito de apresentar uma sugestão. Acho que só há uma saída: virar o desejo para dentro. Porque para fora ele não tem aonde ir! O grande desafio é virar o desejo para dentro, gostar de si mesmo, começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, autoestima, ausência de estresse.
Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Se alguém vai à Europa e visita uma pequena cidade onde há uma catedral, deve procurar saber a história daquela cidade - a catedral é o sinal de que ela tem história. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping center. É curioso: a maioria dos shopping centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingo. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...
Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do McDonald’s…
Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: "Estou apenas fazendo um passeio socrático." Diante de seus olhares espantados, explico: "Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia: "Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz".

Frei Betto é escritor, autor, em parceria com Luis Fernando Veríssimo e outros, de "O desafio ético" (Garamond), entre outros livros.

Contribuição de Neomar Dias

Em busca de outras "Terras"

O astrônomo Roger Bladford explica por que recomendou aos EUA que gastem muito dinheiro na busca de planetas similares à Terra e invistam ainda mais para tentar dobrar as leis da Física e levar o homem até eles

Terra alienígena
Planetas parecidos com a Terra são encontrados apenas na região "habitável" em volta de uma estrela.
Uma região onde a temperatura na superfície do planeta permita a formação de água e vida


Se tudo der certo, a Nasa vai passar os próximos 10 anos ligada no centro da Via Láctea. Por causa da grande concentração de estrelas, a comunidade científica americana acredita que lá é o lugar mais provável para encontrarmos planetas parecidos com a Terra e, quem sabe, seres extraterrestres. Mas para isso, o relatório feito pelo comitê de cientistas da academia de ciências dos EUA precisa receber o aval do congresso americano e da Nasa.

A cada 10 anos, a academia de ciências dos Estados Unidos faz uma triagem de todos os projetos envolvidos com astronomia e astrofísica do mundo e faz um relatório para governo americano recomendando em quais pesquisas deve investir na próxima década. O relatório de 2010-2020 foi entregue na segunda-feira (16) pela Academia Americana de Ciências.

Para ler mais acesse: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/em-busca-de-outras-terras

“É preciso reviver o sonho e a certeza de que tudo vai mudar. É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momento e aprender."
(Autor desconhecido)

domingo, 22 de agosto de 2010

O insustentável preconceito do ser!

Por Rosana Jatobá

Era o admirável mundo novo! Recém-chegada de Salvador, vinha a convite de uma emissora de TV, para a qual já trabalhava como repórter. Solícitos, os colegas da redação paulistana se empenhavam em promover e indicar os melhores programas de lazer e cultura, onde eu abastecia a alma de prazer e o intelecto de novos conhecimentos.

Era o admirável mundo civilizado! Mentes abertas com alto nível de educação formal. No entanto, logo percebi o ruído no discurso:

- Recomendo um passeio pelo nosso "Central Park", disse um repórter. Mas evite ir ao Ibirapuera nos domingos, porque é uma baianada só!
-Então estarei em casa, repliquei ironicamente.
-Ai, desculpa, não quis te ofender. É força de expressão. Tô falando de um tipo de gente.
-A gente que ajudou a construir as ruas e pontes, e a levantar os prédios da capital paulista?
-Sim, quer dizer, não! Me refiro às pessoas mal-educadas, que falam alto e fazem "farofa" no parque.
-Desculpe, mas outro dia vi um paulistano que, silenciosamente, abriu a janela do carro e atirou uma caixa de sapatos.
-Não me leve a mal, não tenho preconceitos contra os baianos. Aliás, adoro a sua terra, seu jeito de falar....

De fato, percebo que não existe a intenção de magoar. São palavras ou expressões que , de tão arraigadas, passam despercebidas, mas carregam o flagelo do preconceito. Preconceito velado, o que é pior, porque não mostra a cara, não se assume como tal. Difícil combater um inimigo disfarçado.

Descobri que no Rio de Janeiro, a pecha recai sobre os "Paraíba", que, aliás, podem ser qualquer nordestino. Com ou sem a "Cabeça chata", outra denominação usada no Sudeste para quem nasce no Nordeste.

Na Bahia, a herança escravocrata até hoje reproduz gestos e palavras que segregam. Já testemunhei pessoas esfregando o dedo indicador no braço, para se referir a um negro, como se a cor do sujeito explicasse uma atitude censurável.

Numa das conversas que tive com a jornalista Miriam Leitão, ela comentava:

-O Brasil gosta de se imaginar como uma democracia racial, mas isso é uma ilusão. Nós temos uma marcha de carnaval, feita há 40 anos, cantada até hoje. E ela é terrível. Os brancos nunca pensam no que estão cantando. A letra diz o seguinte:

"O teu cabelo não nega, mulata
Porque és mulata na cor
Mas como a cor não pega, mulata
Mulata, quero o teu amor".

"É ofensivo", diz Miriam. Como a cor de alguém poderia contaminar, como se fosse doença? E as pessoas nunca percebem.

A expressão "pé na cozinha", para designar a ascendência africana, é a mais comum de todas, e também dita sem o menor constragimento. É o retorno à mentalidade escravocrata, reproduzindo as mazelas da senzala.

O cronista Rubem Alves publicou esta semana na Folha de São Paulo um artigo no qual ressalta:

"Palavras não são inocentes, elas são armas que os poderosos usam para ferir e dominar os fracos. Os brancos norte-americanos inventaram a palavra 'niger' para humilhar os negros. Criaram uma brincadeira que tinha um versinho assim:
'Eeny, meeny, miny, moe, catch a niger by the toe'...que quer dizer, agarre um crioulo pelo dedão do pé (aqui no Brasil, quando se quer diminuir um negro, usa-se a palavra crioulo).
Em denúncia a esse uso ofensivo da palavra , os negros cunharam o slogan 'black is beautiful'. Daí surgiu a linguagem politicamente correta. A regra fundamental dessa linguagem é nunca usar uma palavra que humilhe, discrimine ou zombe de alguém".

Será que na era Obama vão inventar "Pé na Presidência", para se referir aos negros e mulatos americanos de hoje?

A origem social é outro fator que gera comentários tidos como "inofensivos", mas cruéis. A Nação que deveria se orgulhar de sua mobilidade social, é a mesma que o picha o próprio Presidente de torneiro mecânico, semi-analfabeto. Com relação aos empregados domésticos, já cheguei a ouvir:

- A minha "criadagem" não entra pelo elevador social !

E a complacência com relação aos chamamentos, insultos, por vezes humilhantes, dirigidos aos homossexuais ? Os termos bicha, bichona, frutinha, biba, "viado", maricona, boiola e uma infinidade de apelidos, despertam risadas. Quem se importa com o potencial ofensivo?

Mulher é rainha no dia oito de março. Quando se atreve a encarar o trânsito, e desagrada o código masculino, ouve frequentemente:

- Só podia ser mulher! Ei, dona Maria, seu lugar é no tanque!
Dependendo do tom do cabelo, demonstrações de desinformação ou falta de inteligência, são imediatamente imputadas a um certo tipo feminino:
-Só podia ser loira!

Se a forma de administrar o próprio dinheiro é poupar muito e gastar pouco:
- Só podia ser judeu!

A mesma superficialidade em abordar as características de um povo se aplica aos árabes. Aqui, todos eles viram turcos. Quem acumula quilos extras é motivo de chacota do tipo: rolha de poço, polpeta, almôndega, baleia ...

Gosto muito do provérbio bíblico, legado do Cristianismo: "O mal não é o que entra, mas o que sai da boca do homem".

Invoco também a doutrina da Física Quântica, que confere às palavras o poder de ratificar ou transformar a realidade. São partículas de energia tecendo as teias do comportamento humano.

A liberdade de escolha e a tolerância das diferenças resumem o Princípio da Igualdade, sem o qual nenhuma sociedade pode ser Sustentável.

O preconceito nas entrelinhas é perigoso, porque , em doses homeopáticas, reforça os estigmas e aprofunda os abismos entre os cidadãos. Revela a ignorancia e alimenta o monstro da maldade.

Até que um dia um trabalhador perde o emprego, se torna um alcóolatra, passa a viver nas ruas e amanhece carbonizado:

-Só podia ser mendigo!

No outro dia, o motim toma conta da prisão, a polícia invade, mata 111 detentos, e nem a canção do Caetano Veloso é capaz de comover:

-Só podia ser bandido!

Somos nós os responsáveis pela construção do ideal de civilidade aqui em São Paulo, no Rio, na Bahia, em qualquer lugar do mundo. É a consciência do valor de cada pessoa que eleva a raça humana e aflora o que temos de melhor para dizer uns aos outros.

PS: Fui ao Ibirapuera num domingo e encontrei vários conterrâneos...

rosana-jatob

Rosana Jatobá é jornalista, graduada em Direito e Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia, e mestranda em gestão e tecnologias ambientais da Universidade de São Paulo. Também apresenta a Previsão do Tempo no Jornal Nacional, da Rede Globo.

Esse texto é parte da série de crônicas sobre Sustentabilidade publicada na CB
N

Contribuição de Neomar Dias

Governador Mangabeira - 50 anos de história



sexta-feira, 20 de agosto de 2010

ACM Neto fala do avô

O deputado federal ACM Neto (DEM), no programa eleitoral de ontem (19) destacou a figura do seu avô, o ex-senador ACM:

“ACM era capaz de colocar tudo em segundo plano quando a Bahia estava em jogo”

Naturalmente que a ausência de ACM neste pleito eleitoral é sentida por todos aqueles que enxergavam no grande líder a capacidade de reunir forças pelo bem do nosso estado.

Por outro lado, podemos notar que nessas eleições o carlismo se faz presente em todas as principais chapas que concorrem ao governo.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Acesse o Portal da Transparência

Acesse o Portal da Transparência e exerça a sua cidadania
www.portaltransparencia.gov.br

Valor acumulado no ano 2010

domingo, 15 de agosto de 2010

Governador Mangabeira - 50 anos de história


Hoje lançamos um projeto que consideramos, no mínimo, interessante.
Vamos juntos contar a bonita história de nossa cidade que, em 2012, completará 50 anos de emancipação.
Conto com a sua colaboração. Meu e-mail: claudiosantana45@gmail.com


Não sei se você concorda comigo, mas tem coisas que deixam a gente sem palavras, apenas nos fascina.
Se você tiver mais um minuto, contemple um pouco mais estas fotos, observe os detalhes que talvez passassem despercebidos e voltemos um pouco no tempo.

Tenhamos todos um ótimo domingo.
Abraços!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Palavra empenhada é pra ser honrada

Preguiça é doença, afirmam especialistas

Preguica academia homem
A falta de atividade física pode desencadear uma série de problemas, como obesidade e diabetes

Render-se à preguiça pode ser algo muito mais grave do que se pensa. Isso porque especialistas começaram a tratar os preguiçosos como doentes que precisam de tratamento. Especialistas advertem para o círculo vicioso que se segue ao comportamento sedentário: a falta de atividades físicas favorece a obesidade, que é responsável por desencadear uma série de doenças graves, como hipertensão e diabetes.

"Nós propomos que a inatividade física talvez deva ser considerada também uma doença", salientam os médicos Richard Weiler e Emmanuel Stamatakis, da Universidade de Londres, responsáveis pelo estudo publicado no British Journal of Sports Medicine.

Fonte: veja.abril.com.br

Vida - Mário Quintana

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Qual é o correto: 'por meio de' ou 'através'?

A questão é mais complexa do que parece. Quando alguém diz, por exemplo, que conheceu fulano “através de um amigo”, está cometendo um erro? Se formos literais – ou apegados demais à norma clássica, o que neste caso dá no mesmo – sim. Fazer qualquer coisa “através dos outros” parece sugerir no mínimo uma radiografia, quando não uma carnificina. Porém…

Reconheço ser uma boa dica de estilo para escribas amadores ou profissionais explicar que o uso de “através de” com o sentido de “por meio de” é menos clássico, menos elegante, mas daí a chamá-lo de erro vai uma boa distância. A distância que existe entre o furor normativo e uma compreensão maior sobre como a língua funciona.

Acontece que, por mais que consultores gramaticais e manuais de redação insistam nesse ponto, todo mundo – inclusive falantes cultos – continua “errando”. Por quê? A questão parece difícil de equacionar, mas só até o momento em que abandonamos a ideia de erro. Ora, existe na linguagem uma força poderosa chamada sentido figurado. Condenar tal ampliação semântica de “através” é tão sensato quanto banir uma expressão como “banho de loja” com base no argumento de que não se sai molhado do shopping.

É significativo que até os dicionários, conservadores por definição, já registrem a acepção condenada pelos vigilantes da língua sem lhe fazer reparo algum. Condenável mesmo – e, aí sim, um erro indiscutível, por atentar contra a norma culta e contra o uso corrente – é fazer o oposto, como numa notícia da “Folha de S.Paulo” de alguns anos atrás em que o pobre repórter, certamente desnorteado pela patrulha contra o “através”, escreveu que “o assaltante entrou na residência do casal por meio de uma janela na área de serviço”.

Por meio de uma janela! Dá vontade de dizer aos patrulheiros: bem feito.